Domingo, 16 de Outubro de 2016

Perseguição, sofrimento e morte em nome de Deus - 10

 

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UTILIZANDO AS DIFERENÇAS (RELIGIOSAS E/OU OUTRAS) COMO INSTRUMENTO DE DIFAMAÇÃO, EXCLUSÃO, PERSEGUIÇÃO, TORTURA, MORTE E TODO O TIPO DE DESCRIMINAÇÃO. ALGUNS EXEMPLOS:
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Protestantes
 
Os ensinamentos da Igreja cristã foram-se espalhando ao longo dos séculos, ao mesmo tempo que se davam mudanças no interior da Igreja.
Ao mesmo tempo que na Europa se deu a época do Renascimento, do Humanismo e do ínicio da Idade Moderna, também se fez sentir um movimento revolucionário dentro da Igreja; uma revolução espiritual.
Certas pessoas mais criticas foram-se insurgindo contra as actitudes dos padres católicos romanos, contra os métodos financeiros da cúria romana e a secularização entre outras coisas, que os levaram a um movimento de protesto. A essas pessoas deu-se o nome de “protestantes” e esse período da história foi conhecido como a “reforma”.
“A divulgação de ideias reformistas exigiu a reacção da Igreja Católica e conduziu, sobretudo nos territórios de soberanos católicos, à Contra-Reforma, com episódios sangrentos. Um primeiro auge representou a perseguição dos huguenotes calvinistas (confederados) pela casa imperial francesa liderada por Catarina de Médici. Em 1559 e 1560 deram-se as primeiras execuções públicas (tribunal de Ambois), que se perpetuaram apesar de um édito de tolerância (massacre de Vassy, 1562). Embora o almirante Coligny conseguisse forçar a regente a assinar um compromisso (Paz de St. Germain, em 1570), esta vingou-se passados dois anos, quando os líderes dos huguenotes se encontraram em Paris por ocasião de um casamento real (Casamento Sangrento). Na noite de 23 para 24 de Agosto de 1572 mandou matar cerca de 2000 huguenotes, entre estes Coligny (Massacre de São Bartolomeu).Com origem em Paris, a onda de mortes atingiu também cidades e aldeias. As fontes referem aproximadamente 100 000 vítimas. Apenas a partir de 1598 o édito de tolerância de Nantes permitiu uma prática religiosa livre.” (Em “Religiões do Mundo” de Markus Hattstein, Pág. 86)
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publicado por Alexandra Caracol às 12:35
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